Arranha-me a pele com os dentes e alimenta-te como se sugasses um fruto maduro que se escorre pelo teu pescoço. Entranha-te neste desejo sem nome que me invade o sexo e chama por ti.
Nada fica em nós mais do que o tempo suficiente para nos acharmos consumidos. Quando acharmos que podemos morrer de dor então aí estamos preparados para seguirmos a nossa vida. Esse é o momento que sabemos que afinal nada acabou, tudo começou.