segunda-feira, 2 de julho de 2007

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Arranha-me a pele com os dentes e alimenta-te como se sugasses um fruto maduro que se escorre pelo teu pescoço. Entranha-te neste desejo sem nome que me invade o sexo e chama por ti.

Sem palavras caras e sem códigos:
Fode-me

sábado, 23 de junho de 2007

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Nada fica em nós mais do que o tempo suficiente para nos acharmos consumidos. Quando acharmos que podemos morrer de dor então aí estamos preparados para seguirmos a nossa vida. Esse é o momento que sabemos que afinal nada acabou, tudo começou.